A vida pode ser surpreendentemente simples. A gente fica pensando que precisa ter uma linda casa, carrão do ano, muito dinheiro, e aposta que a felicidade vem junto com o que é palpável e o que se pode comprar. Eu fico imaginando como chegamos a esta conclusão tão absolutamente imbecil!
Hoje num reencontro muito esperado e que nasceu de uma humilde tentativa de reunir alguns, teve o prazeroso desfecho de unir muitos, quase todos.
HIstórias vividas, foram recontadas e revividas. E quanto mais a gente relembra,mais descobrimos facetas das mesmas histórias, o que cada uma delas representou aos seus protagonistas, quantos pequenos segredos se revelam e o que conseguimos extrair delas. As invevitáveis e relaxantes risadas, evoluem a grandes gargalhadas.
Cada foto revista, em papel fotográfico já muito amarelado, torna-se uma viagem pelo tempo. Um tempo onde as nossas preocupações era tão sérias, para nós, e ao mesmo tempo engraçadas, tristes, irritantes, num tempo em que acampar com a turma era o que de melhor poderia acontecer. Pouco dinheiro no bolso, muita criatividade e o principal espírito de equipe,que era inato. Hoje tem gente que até dá curso disso (Como trabalhar em equipe)...
Passamos por horas felizes. Simplesmente felizes. Por ter vivido tanta coisa e poder, hoje saber que não passamos inertes e tampouco impunes. Fizemos festas, dançamos balet, comemos bobagens, destruimos o banheiro alheio ao tingir o cabelo de verde, bagunçamos algumas casas e rotinas, mas contruímos uma história. Nessa construção, organizamos sentimentos, aprendemos a lidar com pessoas, vejam só! Aprendemos a falar olhos nos olhos, discutir, apaixonar e desapaixonar, confundir tudo, ouvir verdades doloridas, sim amigos dizem a verdade, por mais doloridas que sejam, mas o fazem com uma dose de amor que não tem tamanho.
Fomos acolhidos nas casas dos pais dos nossos amigos e de cada casa, aprendemos um costume ou um jeitinho, e de cada pai e mãe que nos acolheu, tiramos referências. Isso nos vale pelo que somos hoje. Como constuimos nosso carater e personalidade, e como queremos que nossos filhos possam ter isso tudo.
Descobri há muito tempo que não é necessário TER! É sim, necessário SER!
E somos! Somos um grupo ímpar. Cada um de nós diferentes, uma diferença que acrescenta.
Mas numa coisa somos iguais, é o que considero de melhor nessa matemática. Somos iguais no amor que sentimos uns pelos outros. Amor amigo, desinteressado, simplesmente amor.
Obrigada aos nossos anfitriões de hoje, que nos acolheram! A todos que puderam ir e sairam de suas vidas e rotinas para nos presentear com suas presenças e lamento pelos que não puderam.
Se me permitem uma dica, assistam o "Simplesmente Amor", filme lindo e gracioso, que mostra as mais diversas formas de amor e que hoje considero muito pertinente.
Até a próxima, que seja logo!
Beijos da Mô
sábado, 6 de abril de 2013
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